Desenvolva habilidades clínicas que vão fazer a diferença na vida de seus pacientes
Pedro Aché Sales
Psicólogo CRP 12/21868
Mestrando em análise do comportamento

Você se identifica com alguma dessas situações?
Sensação crônica de vazio
Dificuldade em concretizar projetos
Excesso de pensamentos
Crises existenciais recorrentes
Tédio, desinteresse, desmotivação
Sensação de inadequação nas interações sociais
Alta sensibilidade emocional
Já tentou muitos tratamentos
Pessoas com superdotação/alta sensibilidade sentem as coisas de forma mais intensa que a média da população. Por conta dessa diferença biológica na forma que experienciam o mundo, costumam sofrer invalidação de seu ambiente e obter pouco resultado dos tratamentos que buscam durante a vida. Isso ocorre porque o fenômeno da superdotação/alta sensibilidade ainda não é bem compreendido pelos profissionais da saúde. Desta forma, é comum que essas pessoas passem por diversos profissionais, muitas vezes sendo avaliadas e diagnosticadas equivocadamente.
Também é muito comum que não se sintam compreendidas, que sejam acusadas de serem "frescas", "exageradas", dentre outros termos pejorativos associados aos seus sentimentos e comportamentos. Isso pode gerar um sentimento crônico de inadequação e crises de identidade.
Pessoas superdotadas cognitiva e emocionalmente podem sofrer por conta do pensamento acelerado, sensibilidade intensa, perfeccionismo e autocrítica e a sensação de que não estão atingindo o próprio potencial.
A sobreexcitabilidade cognitiva e emocional pode levar a um estado constante de alerta interno. Sem um eixo claro, aquilo que poderia ser potência se transforma em ruminação, paralisia diante de escolhas e desgaste emocional persistente. Se você se identifica com essas características, pode se beneficiar do tratamento oferecido.
Psicólogo CRP 12/21868
Mestrando em análise do comportamento
Pedro Aché Sales
Sou psicólogo graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nasci do encontro de uma bióloga e um oceanógrafo, meus pais, e desde muito cedo tive o privilégio de experimentar um contato próximo com a natureza.
Minha avó paterna, uma psicanalista dedicada, sempre esteve presente em minha vida. Ela me envolvia com suas histórias sobre os mistérios da mente humana, as emoções, e os desafios que todos nós enfrentamos ao longo da vida. Foi assim que decidi cursar Psicologia, uma escolha que se mostrou gratificante e alinhada com minha paixão por compreender o comportamento humano e promover o bem-estar emocional. Acredito firmemente na união da análise do comportamento com a permacultura, uma visão que ressoa com o sonho de B.F. Skinner em Walden II.
Hoje, como psicólogo, busco integrar essas perspectivas em minha prática terapêutica, auxiliando meus pacientes a construírem uma vida que vale a pena ser vivida.